“O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bamerindus continua numa boa.” Era o que ouvíamos na tevê da salinha daquele que hoje é um pré-histórico computador. Como foi bom aquele tempo que, por mais que eu queira, não volta mais. Éramos felizes. Brigávamos e fazíamos as pazes. Brigávamos novamente e dois segundos depois estávamos lá, um bajulando o outro. Hoje, aqui, sentado em frente a um computador qualquer, tornei-me um sedentário, chato, cheio de vícios e solitário. Ao olhar essas fotografias antigas o choro sempre será o eterno companheiro. Uma pena você ter mudado tanto assim. Uma pena a vida não ser como outrora. Uma pena.
Por Ederson Hising
Reinvenção de Vanessa da Mata
Há 7 anos
Verdade, hein... E agora, que derrubaram parte do nosso passado, o que faremos (rsrs)? Metade da minha infância tava naquele antigo prédio, hoje em ruínas! :(
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