Dentes amarelos,
Tênis apertado
Vontade de vencer
E travado pelo vício de perder
O sabor da derrota
Não é tão amargo
Principalmente,
Quando se torna algo natural
A vontade pelo por vir,
Um sonho banal
Sinto como se cada pé
Tomasse um rumo
Perdido e sem prumo
Vejo árvores pela janela
Idiotice pensar
Que existe alguém à minha espera
Rimou bem,
Soou trágico
Quando algo simples
Torna-se mágico
Bom, acho que isso
Nunca aconteceu
Pelo menos comigo,
Ser humano perdido
Cabeça nas alturas,
Frustrado,
Frases desconexas,
Que no fundo fazem sentido
Pensar na vida é entender
Que não existe saída
Não adianta gritar calado
Mão no casaco
Bato a porta,
Estou de partida
Sinal fechado,
Carteira vazia
Seremos um dia
Fotos de estante
Lembrados,
Em algum instante
Mente confusa,
Sorriso pálido
De algum modo
Sem graça
E por mais que faça
Não é como antigamente
Eu sabia ser feliz
Felicidade,
Embaixo do nariz
Era fácil,
Mas não entendia
Hoje,
Por vezes renovado
E ao mesmo tempo
Completamente desanimado.
Por Ederson Hising
Reinvenção de Vanessa da Mata
Há 7 anos
"idiotice pensar que existe algueem a minhaa esperaa.." quee triste :/
ResponderExcluirbom, pelo que eu pude perceber.. é bastante confuso, coisas contraditórias em um mesmo contexto.. tipo um paradoxo. Eu gostei, apesar de o autor achar que é puxação --' ahahah ;*
ResponderExcluirMauro, Mauro..................
ResponderExcluirCARALHO
aUUHAUHhuAuhaHUahuHUAHU
massa o texto cara
Hoje, por vezes renovado, você se mostra cada vez melhor naquilo que realmente ama fazer: escrever.
ResponderExcluirSem zuera, gostei muito do poema.
Não era necessário compras de elogio, comparado com os outros tantos que penso em dar ao modo que você eterniza sentimentos, por vezes, em palavras, em versos, em algo que eu realmente tenho gosto em ler.
ResponderExcluirNão é pela amizade, ou qualquer coisa do gênero, mas é pela facilidade com que você lida com esses períodos efêmeros, transformando-os de tormenta à arte.
A arte de escrever, 'lapidada', como você me disse um dia, ou da matéria bruta, da mesma matéria que compõe os sonhos. Insólito, caro Ederson. Insólito.
Muito bom o "texto".!
ResponderExcluirPenso e vivo da maneira que está escrita no poema muitas vezes ultimamente... =/
Parabéns mesmo, to curtindo o blog.
Bacana o texto
ResponderExcluirta ficando bom nisso ein
certeza que o começo do texto você fala do DFC!
ResponderExcluirnum entendi nada... mais todo mundo ai gosto neh...
ResponderExcluirmto bom texto cara!!
hahahahahahahah
abraço