segunda-feira, 20 de julho de 2009

Poema sincero

o nada, o nunca, o erro
e o viver,
nos consome

consumidos,
nada somos, nunca seremos, sempre erramos
e não vivemos

nada, nunca, errantes,
meio vivos
e consumidos

pelo não ser,
pelo não ter,
pelo jeito contraditório
de viver.

Por Ederson Hising

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